Enquanto a longevidade cresce, também cresce a popularidade das cirurgias plásticas entre os mais velhos.
Longevidade se faz presente em nossas vidas constantemente, ao tornar possível a melhora na qualidade de vida, permitindo que as pessoas tenham mais tempo para viver e não apenas sobreviver. Não é somente uma conquista, atualmente é algo que as pessoas buscam, algumas quase desesperadamente. Empresas oferecem produtos de todos os tipos que prometem juventude física e quando esses param de surtir o efeito desejado, as pessoas procuram outros meios, como a cirurgia plástica.
Uma pesquisa nos Estados Unidos, realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), em 2016, aponta que 13% daqueles que realizaram cirurgias plásticas no país, naquele ano, tinham mais de 65 anos de idade.
Tais dados indicam que conforme o número deste tipo de procedimentos médicos aumenta, acompanhando o nível de vaidade da sociedade, é possível notar como também aumenta a quantidade de idosos se submetendo a estas transformações. Longevidade não se resume a aparência exterior, mas a saúde do corpo e da mente e há muitos idosos que procuram alinhar todas essas áreas.
Muitos se questionam quanto à segurança de realizar cirurgias plásticas em idade já avançada, devido ao estado mais vulnerável que o corpo se encontra durante a velhice. Mas os médicos garantem que é possível e se o acompanhamento for feito da maneira correta, é tão seguro quanto feito em jovens.
É claro que existem precauções a serem tomadas e os procedimentos pré e pós-operatório são extremamente criteriosos e demandam muita calma do paciente e familiriares. Idosos tem maior propensão a problemas cardíacos e doenças como diabetes, além de necessitarem de um tempo maior para a cicatrização. Dessa forma o processo cirúrgico é muito mais demorado, porém necessário para um resultado satisfatório.
Fonte: Assessoria de Imprensa