População idosa cresce, mas a estrutura do país está longe de ser ideal.
Conforme o tempo passa e os avanços tecnológicos aumentam, também aumenta a saúde. Por consequência, o grupo social que identificamos como idosos cresce em número, estimulados pela condição de vida melhorada. A Europa está familiriarizada com a situação há anos, com a maior parte de sua população já alcançando a terceira-idade.
Assim como a comunidade europeia, o Brasil se vê enfrentando um crescimento continuo dos valores demográficos. Atualmente os idosos formam 14% da população e de acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE, em alguns anos, o número de brasileiros com mais de 60 anos de idade vai superar aquele de crianças entre 0 a 14 anos.
Tal fato deveria ser celebrado, visto que é uma indicação da alta qualidade de vida no país. Entretanto, há dois fatores que tornam a novidade preocupante. Conforme a taxa de mortalidade cai, também caem as taxas de fecundidade e natalidade, ou seja, menos pessoas estão nascendo e mais envelhecendo. Ainda mais sério que tal possibilidade, é o fato que o país conta com políticas arcaicas demais para lidar com determinada realidade, além de não possuir estrutura para abrigar está camada demográfica específica.
Já há anos que enfrentamos problemas econômicos na área da saúde e atualmente, passamos por dificuldade na área trabalhista. Estes e tantos outros problemas formam uma sociedade despreocupada com o bem-estar dos mais velhos. Vagas de estacionamento especiais e preferência em filas não são medidas satisfatórias o suficiente para acomodar os idosos em nossa comunidade, principalmente aqueles cuja saúde já esta se deteriorando.
Mas a verdade é que, a situação cria um estimulo para acelerar as melhorias. Tão comum é encontrarmos campanhas de conscientização que possuem resultados aceitáveis devido à abrangência da internet. Uma vez que parte considerável da sociedade venha a entender os problemas que cercam a terceira-idade, um caminho é aberto para que mudanças sociais ocorram de forma mais rápida.
Conforme o tempo passa e os avanços tecnológicos aumentam, também aumenta a saúde. Por consequência, o grupo social que identificamos como idosos cresce em número, estimulados pela condição de vida melhorada. A Europa está familiriarizada com a situação há anos, com a maior parte de sua população já alcançando a terceira-idade.
Assim como a comunidade europeia, o Brasil se vê enfrentando um crescimento continuo dos valores demográficos. Atualmente os idosos formam 14% da população e de acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE, em alguns anos, o número de brasileiros com mais de 60 anos de idade vai superar aquele de crianças entre 0 a 14 anos.
Tal fato deveria ser celebrado, visto que é uma indicação da alta qualidade de vida no país. Entretanto, há dois fatores que tornam a novidade preocupante. Conforme a taxa de mortalidade cai, também caem as taxas de fecundidade e natalidade, ou seja, menos pessoas estão nascendo e mais envelhecendo. Ainda mais sério que tal possibilidade, é o fato que o país conta com políticas arcaicas demais para lidar com determinada realidade, além de não possuir estrutura para abrigar está camada demográfica específica.
Já há anos que enfrentamos problemas econômicos na área da saúde e atualmente, passamos por dificuldade na área trabalhista. Estes e tantos outros problemas formam uma sociedade despreocupada com o bem-estar dos mais velhos. Vagas de estacionamento especiais e preferência em filas não são medidas satisfatórias o suficiente para acomodar os idosos em nossa comunidade, principalmente aqueles cuja saúde já esta se deteriorando.
Mas a verdade é que, a situação cria um estimulo para acelerar as melhorias. Tão comum é encontrarmos campanhas de conscientização que possuem resultados aceitáveis devido à abrangência da internet. Uma vez que parte considerável da sociedade venha a entender os problemas que cercam a terceira-idade, um caminho é aberto para que mudanças sociais ocorram de forma mais rápida.
Fonte: Assessoria de Imprensa