A população formada por idosos tem gradualmente crescido, gerando dificuldades jurídicas e estruturais.
Em 2012 a população formada por aqueles acima de 60 anos chagava a aproximadamente 25 milhões. Entretanto, no ultimo censo realizado em 2017, este número cresceu para 30,2 milhões. Apesar de significar uma queda na taxa de mortalidade, tal aumento traz consigo dificuldades jurídicas, sociais e estruturais.
O estatuto do idoso é ainda recente, tendo apenas 15 anos e problemas a resolver. O sistema judiciário ainda está se acostumando com as mudanças trazidas pelo estatuto e a adaptação se torna complicada com os inúmeros problemas sociais que inevitavelmente migram para os tribunais.
São diversos os casos de violação de direito dos idosos ou simplesmente processos envolvendo partes acima de 60 anos de idade, os quais devem ser tratados com prioridade. Mais além, a adaptação de áreas publica e privadas são obrigatórias, exigindo desde preferência no atendimento até reforma de espaço para atender as necessidades daqueles com invalidade, devido à idade.
Era de se esperar que tais dificuldades ganhassem mais atenção com o aumento da demanda de justiça, consequência do crescimento da população de terceira-idade. Porém, enquanto os números crescem, as soluções permanecem estagnadas, uma vez que não há servidores suficientes para atender as exigências e ajudar os idosos.
Dessa forma, a maior preocupação atualmente, não é atender o maior número de idosos possível, mas sim conseguir servidores para que todos e quaisquer processos sejam solucionados de maneira correta.
Fonte: Assessoria de Imprensa